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fevereiro 09, 2009
Quer um palpitê?
De cá, estou a mudar de tatica.
Não é que a antiga não estivesse dando certo, mas também é claro que não estava.
O caso é que é bastante desagradável perceber que vc está entre os 6% dos blogs mais lidos do seu domínio (claro, meu domínio não é o uol, mas quem está competindo; aliás o problema é justamente esse) e quando vc precisa de uma ajuda simples, numa tarefa que, no entanto, nada tem de simples, é preciso quase implorar.
Preferia mesmo que menos pessoas lessem este blog. Sim, acho que tenho leitores de mais. A internet está cheia de coisas curiosas e interessantes, e não é que eu tenha muito tempo pra ir atrás delas, mas se não tenho é também porque estou tentando criar algo interessante. No que não deveria estar sozinho, é o que estou tentando dizer.
Como de fato não estou, por isso digo que:
A Ana Rüsche está preparando mais um curso de criação poética. Quando eu digo mais um estou sendo um pouco injusto, porque é claro que a perspectiva avança junto com a cabecinha dela, que não para. São apenas quatro dias, à noite, entre 16 e 19 deste mês. Eu talvez possa comparecer um ou dois dias, veremos, mas mesmo assim recomendo fortemente. Essas oficinas não são aulas. São placas de petri nas quais várias culturas vivas são criadas, para astonishment de quem se move na sua vicinity. Cada vez mais eu me convenço, não, estou convicto de que ninguém cria nada ab ovo, ex nihilo, e sinceramente se não fosse o trabalho dessa garota essa porra toda aqui já tinha desmoronado faz tempo. Estou falando de construção:
Oficina para desconstruir gavetas -- [editado:] parece que eu me atrapalhei, este é o nome da oficina da Ana; o Mulheres-Women-Mulheres vai rolar também, daí o lapso (um psicanalista precisa explicar tudo), é a segunda edição, mas não é pra já. É claro que eu aviso também quando for.
E isto agora é de um texto do qual, se não posso dizer que tenha propriamente familiaridade, devo ao menos dizer alguma coisa. Porque pra mim é tão difícil, e foi desde o começo tão difícil, falar dele, por tão diversas razões, que o menos que posso dizer é que lhe devo alguma coisa. O caso é que não é a hora nem o lugar pra falar o que eu teria pra falar, e que farei, mas tem outros que têm sua maneira de interpretá-lo, e é no teatro, e é com música, e sendo o melhor poema da década, não creio que seja de duvidar que eu estarei lá na Casa das Rosas, no domingo, dia 15, às 19h -- precisa pegar o ingresso, gratuito, mas começa mesmo às 20h:
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juro que qualquer site governamental é uma merda, é impossível encontrar qualquer coisa; no entanto o telefone ainda é um meio de comunicação bastante válido: 3285-6986 / 3288-9447, e o endereço, Casa das Rosas - Av. Paulista, 37. Aquela com um jardim enorme na frente.
Publicado pelo homelupus em fevereiro 9, 2009 11:03 PM
Comentários
tava maior chuva domingo e não fui assistir o denovonada, ai, ai. queria. e obrigada pelo jabá. vai ser bem legal. continua escrevendo pq a gente que fica trabalhando precisa ler essas coisas. servidor serve para não servir. como tudo na vida. beijo!
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Oba, melhor ainda, vamos neste! Beijo
Glosado por: ana rüsche em fevereiro 11, 2009 07:37 AM. Obiectiones eventuais por homelupus.